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4 de jul. de 2018

3 passos pra evitar brigas no relacionamento



Alguém tem que ceder

Muitas brigas nos relacionamentos poderiam ser contornadas se as vontades de ambos fossem compartilhadas.
A vontade de um ou de outro não deve prevalecer todas as vezes, alguém sempre vai ter que ceder!
Tentar obrigar, impor regras, transforma quem esta com você em outra pessoa... NUNCA VAI DAR CERTO! 

Acho que o relacionamento saudável é quando ambos se esforçam pra um completar a vida do outro e não uma disputa do tipo:
"cabo-de-guerra" (eu quero isso e assim tem que ser etc...) se for assim no final das contas os dois vão ser vencidos pelo cansaço, e quem sabe decidirem pelo término.



2 – Mantenha a calma e pense antes de falar

Quando o nervosismo toma conta, é difícil manter o controle né?!

E falar tudo o que vem à cabeça sem pensar nas consequências é o que quase sempre acontece. 
Brigas do gênero geram desgastes desnecessários. 
Por isso, cuidado pra não falar e fazer coisas das quais você pode se arrepender mais tarde. 
Por mais impossível que isso possa parecer, respire fundo, conta até 10, 100 e se quiser ande em círculos rsrsrsrs 
O provérbio chinês já diz "Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida. 


1 – Nada de comparações
 

Outro erro bem comum que pode acabar em discussão é comparar quem esta com você com outras pessoas. E o problema fica ainda maior se a comparação for com algum(a) ex.
Se você não gosta desta ou daquela característica da pessoa que você tem um relacionamento, se alguma atitude incomoda, não faça comparações. Além delas serem uma ofensa, quem faz isso na minha opinião não sabe o que quer! 

Se o(a) ex tinha algo mais interessante do que a pessoa que você tá hoje se conforme a escolha foi de ambas as partes iniciar um relacionamento. E se (ex) fosse bom(boa) talvez o o casal ainda estaria junto né!?
Ninguém é igual a ninguém, não importa a lista de afinidades, não julgue, não compare e não tente mudar a outra pessoa. Afinal se você pensar bem aqueles que adoram palpitar no comportamento alheio, antes fazerem isso deveriam refletir se gostariam de ouvir coisas parecidas do tipo "mude isso, mude aquilo..." 

29 de jun. de 2018

Estudos indicam que fofocas tem o propósito de estabelecer laços sociais



Nós, seres humanos socialmente fomos criados aprendendo à julgar e falar sobre os outros, não importa o quão doloroso pode ser, diz o pesquisador da Universidade de Oxford Robin Dunbar.

As fofocas analisadas nos estudos, representaram um unico propósito que é unir uns aos outros criando assim ou estabelecendo laços sociais mais fortes. A fofoca age como uma cola social, elas podem até aumentar a auto-estima do fofoqueiro.

Em muitos casos, o objetivo da fofoca não tem  importância a tal informação passada de uma pessoa para outra seja verdadeira ou falsa. Pros fofoqueiros o que importa é eles serem associados como pessoas as vezes "bem antenadas" por repassar a mensagem, o que sabem da vida de terceiros e assim superficialmente é criado um laço de amizade não existente entre algumas pessoas.


"Quando duas pessoas compartilham uma antipatia por outra pessoa, ela "a fofoca" os aproxima"...

diz Jennifer Bosson, uma professora de psicologia da University of South Florida.


Além disso a fofoca foi considerada como o hábito mais destrutivo do comportamento humano.


fonte

23 de fev. de 2017

Medo do Futuro?




Quem de nós já se sentiu aterrorizado ou o sabor amargo de se sentir perdido quando se pensa no futuro?
Acho que todos nós já passamos por um desses sentimentos...

E por-que a maioria de nós tem medo ou sente uma certa insegurança quando o assunto é simplesmente pensar ou planejar o futuro ?

A resposta certa eu não sei!
Mas  meu ponto de vista é o seguinte...
Só é possivel ter uma emoção negativa ou positiva diante de algo que está prestes à acontecer baseada em algo que já vivemos.

Por exemplo se voce um dia desceu uma escada correndo e acabou caindo, provavelmente voce não vai mais descer qualquer escada correndo.

Resumindo acredito eu que na verdade ninguem teme o futuro. Mas sim, nós temos inseguranças sobre algumas situações que podem vir à tona com ele. O medo do futuro geralmente aparece se for preciso encarar alguma coisa muito semelhante a outra que nos demos mal no passado.

O medo de tentar algo desconhecido não é estagnante. Quando precisamos encarar o futuro o que assusta é tentar e ter um resultado negativo de algo que já tentamos e falhamos.


6 de set. de 2016

3 passos pra evitar brigas no relacionamento





3 – Alguém tem que ceder

Muitas brigas nos relacionamentos poderiam ser contornadas se as vontades de ambos fossem compartilhadas.
A vontade de um ou de outro não deve prevalecer todas as vezes, alguém sempre vai ter que ceder!
Tentar obrigar, impor regras, transforma quem esta com você em outra pessoa... NUNCA VAI DAR CERTO! 

Acho que o relacionamento saudável é quando ambos se esforçam pra um completar a vida do outro e não uma disputa do tipo:
"cabo-de-guerra" (eu quero isso e assim tem que ser etc...) se for assim no final das contas os dois vão ser vencidos pelo cansaço, e quem sabe decidirem pelo término.



2 – Mantenha a calma e pense antes de falar

Quando o nervosismo toma conta, é difícil manter o controle né?!

E falar tudo o que vem à cabeça sem pensar nas consequências é o que quase sempre acontece. 
Brigas do gênero geram desgastes desnecessários. 
Por isso, cuidado pra não falar e fazer coisas das quais você pode se arrepender mais tarde. 
Por mais impossível que isso possa parecer, respire fundo, conta até 10, 100 e se quiser ande em círculos rsrsrsrs 
O provérbio chinês já diz "Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida. 


1 – Nada de comparações
 

Outro erro bem comum que pode acabar em discussão é comparar quem esta com você com outras pessoas. E o problema fica ainda maior se a comparação for com algum(a) ex.
Se você não gosta desta ou daquela característica da pessoa que você tem um relacionamento, se alguma atitude incomoda, não faça comparações. Além delas serem uma ofensa, quem faz isso na minha opinião não sabe o que quer! 

Se o(a) ex tinha algo mais interessante do que a pessoa que você tá hoje se conforme a escolha foi de ambas as partes iniciar um relacionamento. E se (ex) fosse bom(boa) talvez o o casal ainda estaria junto né!?
Ninguém é igual a ninguém, não importa a lista de afinidades, não julgue, não compare e não tente mudar a outra pessoa. Afinal se você pensar bem aqueles que adoram palpitar no comportamento alheio, antes fazerem isso deveriam refletir se gostariam de ouvir coisas parecidas do tipo "mude isso, mude aquilo..." 

9 de out. de 2015

Comportamentos que atraem a sorte





Sorte ou azar não existe. Ninguém é sortudo ou um azarado por alguma influência sobrenatural, cármica, hereditária, ou por suas ações boas e ruins.
É isso que o autor Max Gunther, escritor do livro " O fator sorte" quer ensinar.
A sorte nada mais é pro autor do que uma série de características que podem ser controladas e previstas.


*Pessoas sortudas não são otimistas

Isso é contraditório mas segundo Gunther, otimismo por si só não faz nada.
O autor em suas pesquisas antes de publicar o livro, por ser um jornalista conseguiu criar o que seria o perfil de uma pessoa otimista.
Ele conclui que pessoas otimistas são pessimistas também. Porém não é aquele pessimismo dramático e um tipo pessimismo realistíco como planejar as coisas com cautela, analisar o momento, a situação presente, analisar as chances de qualquer negócio, é refletir, listar o que pretendemos fazer e o que fazer se algo der errado. Dessa maneira os otimistas cautelosos ficam em alerta, antes que tudo venha desmoronar coloca-se o plano B em prática.


*A sorte está ligada em ser sociável.

É meio óbvio que uma pessoa, muito tímida, antipática, tenha menos oportunidades do que alguém mais extrovertido e simpático.
O autor aconselha que quanto mais pessoas fizerem parte de sua vida maiores serão suas oportunidade em vários sentidos.Tendo muitos conhecidos, os sortudos aumentam as chances de se dar bem. Uma conversa pode abrir sua mente, aguçar a criatividade, pode aparecer uma possibilidade de melhorar a carreia, mehorar o relacionamento ou começar um, etc...


*Não deixar a má sorte piorar
Em vez de ficar reclamando dos problemas e adiando soluções o escritor Max Gunther crê que os sortudos encaram com coragem situações por mais ruim que possam ser.
Admitir que errou, não se culpar, e aceitar o problema é o caminho pra tudo se estabilizar novamente. Pessoas que praticam o desapego, abrem mão de investimentos, sejam eles financeiros, estudantis, amorosos, quando as coisas não estão indo bem. Já os teimosos azarados tendem à insistir em situações que muitas vezes estão fadadas ao fracasso, à espera de que as coisas melhorem.


*Ser alguém mais ousado

Voce tem medo de correr riscos? As pessoas com sorte não, segundo Gunther. Ao contrário dos azarados, os afortunados ficam atentos tentando perceber e aproveitar as oportunidades que surgem, mesmo que isso signifique mudar um pouco a rota que tinham planejado pra algum momento de sua vida.


*De vez em quando siga sua intuição
Os sortudos prestam atenção à voz interior para tomar decisões, respeitam e levam em consideração seus sentimentos.
Todo mundo pode aproveitar os seus talentos intuitivos, quem nunca ficou na dúvida, vou pela lógica ou escuto o que meu coração diz pra mim fazer?!
Mas nada de escutar apenas sua intuição e agir por impulso, ok? É preciso analisar a situação, entender, tentar se adaptar psicologicamente e se dedicar ao assunto que voce tem pela frente. O primeiro passo é tentar se decidir com base em fatos, emoções conscientemente conhecidos. Depois, se não puder, recorra à intuição, completa o autor.

24 de set. de 2015

Foda-se! O mantra do desapego



O desapego é um eterno exercício.
E de fato não é fácil nos desapegarmos.
Só que nós nem percebemos que desapego faz parte da nossa rotina.
Afinal quem nunca perdeu algo ou alguém e com o tempo e teve que aceitar que aquilo não faz mas parte da nossa vida?


O mantra do desapego deveria ser este: "Foda-se"...

 Não ligue para o que os outros pensam, nem mesmo teu chefe, até porque provavelmente chefe sempre teremos mais do que um nesta caminhada.

Se desapegar não é coisa que conseguimos da noite pro dia, cada um tem o seu tempo...
Não adianta nada você odiar metade do mundo se você não gostar de si mesmo. E quem não se gosta, se desvaloriza.

Sabe aquelas pessoas em extinção que conseguem aguentar a solidão e se distrair com algo que não envolva internet?
Elas devem gostar mais de si mesmas.
E como diz uma música do "Guns 'n Roses" - "November Rain"
"Todo mundo precisa um tempo pra si mesmo."




Amor próprio é importante para superar muito obstáculo, porém não seja um egocêntrico(a) maluco(a) narcisista!
Aceitar os próprios defeitos numa boa, é uma virtude.
E acredite ninguem é perfeito e todos nós erramos pelo menos 1 vez por semana né?!

Aprender a lidar e ter tolerância talvez fosse uma das maiores conquistas das pessoas
mas geralmente a ansiedade predomina e pra um neurótico(a) meia informação basta!

Ninguém é igual ninguém, podemos encontrar pessoas com várias afinidades, mas ninguém tem personalidade igual.
Ser tolerante é um passo para se tornar menos estressado(a).
Mas as vezes é preciso dizer NÃO.
Alguém já te machucou e você ficou na fossa?
Se isso aconteceu, hummm creio eu que a pessoa pensou no mantra FODA-SE e não quis mais tentar entendar ou tolerar alguma situação.

A lei do EU NÃO AGUENTO MAIS é assim como o mantra do desapego "FODA-SE"
Porém antes de sair surtando tente conversar, pratique a tolerância, as vezes ser consciente de algumas coisas é um tormento, mas e aí é hora de tentar entender o que esta acontecendo e ter noção que nem tudo só porque você quer será e irá acontecer na hora e da forma que você quer.


O mantra "FODA-SE" deve ser usado quando você não se importa mais, não quer mais algo, já cansou de noites mal dormidas ou de insônia porque  por alguma ocasião, preocupação etc...
Eu recomendaria o mantra "FODA-SE"  pra evitar a morte desnecessária de alguns neurônios.





Exemplo: Vale a pena ficar remoendo a briga com o namorado(a)  
NÃO
Vale a pena ficar pensando no que você terá que fazer no emprego no dia seguinte?
NÃO
Vale a pena ficar se preocupando com alguma opinião alheia?
NÃO
Vale a pena ficar lembrando, somando, o valor das contas pra pagar?
 NÃO
Isso porque até que eu saiba a atividade de ATORMENTAR A NÓS MESMOS não resolve nada.

16 de fev. de 2014

Nossas emoções podem causar doenças?




A psicóloga e escritora americana chamada Louise Hay.
Afirma piamente que qualquer doença se inicia nas emoções. Mas será que isso é verdade?

Eu concordo em partes com a opinião dela. Afinal ela usou bons argumentos pra especificar problemas de saúde relacionados à distúrbios sentimentais.
Louise acredita que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.

Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos estagnados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Sentimento de culpa, tristeza, raiva, segundo ela, são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.
Perdoar dissolve o ressentimento. O tal "perdoar" as vezes nem sempre é perdoar alguém, mas sim perdoar a si mesmo. Nutrir o pensamento com a lógica que ninguém é perfeito, todos erram, voce, eu, ele, ela, nós ... não estamos aqui com um manual que nos ensina a viver e lidar com diversas situações, porque toda situação, ação, reação após o pensamento vem o sentimento que ambos são como um gatilho pra fazermos ou deixarmos algo de lado.


Doenças / Causa


Amidalite:
Emoções reprimidas, criatividade sufocada.

Anorexia: Ódio ao extremo de si mesmo.

Apendicite: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.

Arteriosclerose: Resistência. Recusa em ver o bem.

Artrite: Crítica conservadas por longo tempo.

Asma: Sentimento contido, choro reprimido.

Bronquite:
Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.

Câncer:
Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.

Colesterol: Medo de aceitar a alegria.

Derrame: Resistência. Rejeição à vida.

Diabetes: Tristeza profunda.

Diarréia: Medo, rejeição, fuga.

Dores de cabeça: Auto-críticas, falta de auto-valorização.

Dores nas pernas entre outos problemas nos membros inferios: medo de recomeçar, medo de seguir em frente.

Enxaqueca: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.

Fibromas: Alimentar mágoas causadas em relacionamentos amorosos.

Frigidez: Tímidez. Negação do prazer.

Gastrite: Incerteza profunda. Sensação de condenação alheia.

Hemorróidas: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.

Hepatite:
Raiva, ódio. Resistência a mudanças.

Insônia: Medo, culpa.

Labirintite: Medo de perder o controle da prórpria vida.

Meningite: Tumulto interior. Falta de apoio.

Nódulos: Ressentimento, frustração. Ego ferido.

Problemas com a pele: Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.

Pneuomia: Desespero. Cansaço da vida.

Pressão alta: Problema emocional duradouro não resolvido.

Pressão baixa: Falta de amor quando criança. Derrotismo.

Prisão de ventre: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.

Problemas pulmonares: Medo de absorver a vida.

Quistos: Alimentar mágoa. Falsa evolução.

Resfriados: Confusão mental, desordem, mágoas.

Reumatismo: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.

Rinite alérgica:
Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.

Problema nos rins: medo da crítica, do fracasso, e desapontamento.

Sinusite: Irritar-se consigo mesmo.

Tireóide: Medo de depender dos outros e sofrer humilhação.

Tumores benignos:
Alimentar mágoas. Acumular remorsos.

Úlceras: Crença de não ser bom o bastante.

Varizes: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.


Fazendo uma auto-avaliação aqui e como ningém está isento de problemas, a minha saúde se encaixou com a opinião da Americana Louise Hay.

Aconselham que assistam o documentário voce pode curar sua vida. Quem me indicou foi a blogueira e amiga  Bruna passa lá no blog dela tem muita coisa interessante

www.pontobs.com

22 de ago. de 2013

Psicológos ensinam como ser feliz sem ter muito dinheiro



A maioria de nós associa felicidade com conforto, o conforto geralmente se obtém com dinheiro.
Dinheiro é ótimo sem sombra de dúvidas.  Não ter dinheiro é como ter liberdade, sem ter ela talvez.
Porque o dinheiro pode fazer a gente ir longe.... viajar, estudar algo que realmente amamos, tentar realizar um sonho, festas, comes e bebes à vontade, compras e etc...

Mas ainda há várias pessoas hoje em dia, sem tanto dinheiro no bolso, se esforçando para se contentar com aquilo que tem.

Qual é o segredo pra encontrar a felicidade
 quando se tem pouco dinheiro então?

Se observarmos as pessoas que sabem como ser felizes, descobrimos que eles fazem questão de serem gratas pelo o que eles têm. E isso não está relacionado com a quantidade de riqueza material que alguem pode ou não possuir.

Um crescente grupo de pesquisas tem demonstrado que pessoas gratas são mais felizes, comparando com aqueles que são menos gratos, independentemente do nível de renda ou do estado financeiro.

Ou seja a gratidão, pode ser o caminho pra ser feliz sem ter um conta bancária bombando.
A gratidão também tem sido vista, como um poderoso antídoto contra a depressão.

Segundo Martin Seligman, psicólogo e um pioneiro no movimento da psicologia positiva, ele e outros psicólogos da Universidade da Pensilvânia entregam instruções sobre como ser grato com nosso dia a dia e como manter esse sentimento de gratidão até nas mínimas coisas.

Eles recomendam para cada um de nós, tirar um tempinho por dia e escrever 3 coisas ou simplesmente relaxar e pensar sobre 3 coisas que foram boas naquele dia, e se dar uma auto explicação do "por-que?" tais coisas que aconteceram foram boas.


Durante os estudos pacientes depressivos que passaram por este teste 94% deles relataram se sentir significativamente menos deprimidos. Suas pontuações em um inventário de depressão amplamente utilizado caiu 50% considerado uma melhora equivalente quando feita com  medicamentos ou a psicoterapia.

Os pesquisadores para terem uma margem mais certa das pesquisas, tentaram e repetiram o mesmo estudo com um grupo diferente de pessoas deprimidas e substancialmente obteram os mesmos resultados.

O Grupo do psicólogo Seligman também descobriu que a escrita sobre gratidão teve um efeito na melhora do humor em pacientes deprimidos.
Foram 12 semanas usando tal tecnica da gratidão, porém sem deixar o tratamento com anti-depressivos de lado.


Cultivar a gratidão é uma maneira poderosa para superar as adversidades. Ao optar por se concentrar nas coisas boas que  acontecem todos os dias, em vez de ruminar, e remoer mentalmente as decepções e déficits que levaram alguem até um estado depressivo.


Como uma atitude permanente, a gratidão irá ajudar a cultivar a felicidade. Não é por acaso que os pacientes do estudo do psicólogo Seligman mantiveram um humor mais estável e uma melhor qualidade de vida sem mudança financeira.
A gratidão deveria ser um hábito.
O número de coisas que podemos serem gratos é infinito.


Não precisa ser religioso para agradecer, e  se-sentir melhor.
Que me desculpem os religiosos de plantão, mas creio eu que Deus não faz milagres sozinho, ele pode abrir seus caminhos, mas se sua atitude nunca muda, nem o céu inteiro com anjos, santos, vão resolver a situação que te deixa descontente.
 No meu ver a fé é algo simples, para aqueles que tem ou não tem religião.

Agradecer, ou o simples ato de pensar nas coisas boas que estão te acontecendo traz um sentimento muito bom de gratidão e de certa forma nos deixa mais confiantes trazendo a sensação "eu consigo". É como se cada coisa bem pensada fosse uma pequena vitória, onde estamos gratos por aquilo, que talvez tivemos força e determinação pra conseguir ou simplesmente aconteceu por outros meios.

Eu e a depressão já estamos num relacionamento de 7 anos.
Este ano, sem ler esse artigo, do link abaixo, comecei a todos os dias, refletir as coisas boas da minha vida, e cada progresso que vejo. Não posso dizer me curei de todos os problemas psicológicos que tenho. Mas cada probleminha que antes era 100% e aos poucos vejo que aquilo esta diminuindo, mais confiante e agradecida eu fico.

O método mais eficaz que já aprendi  foi lendo livros que falam sobre o poder do pensamento e da mente, e muitas conversa com meu tio Victor que faleceu este ano ='( .

Isso gira em torno do seguinte contexto:
1º Ser sincero consigo mesmo, ou seja não fingir que o problema não existe. A pior cagada é viver acreditando e ignorando os problemas, voce pode ignorar eles, só que isso não significa que eles deixaram de exisir!
Acho que é preciso aceitar mentalmente o problema, aceitar 100% uma situação que se vive pra então idéias criativas surgirem. E a partir deste ponto sim voce se sentir preparado pra lidar com o maldito problema.
Acreditar em algo antes de acontecer que é um método onde, agradecemos por algo que ainda não temos, realmente funciona. Só que tal método de nada adianta agradecer pela conquista da boca pra fora enquanto dentro de voce o sentimento é "eu não tenho ainda isso".

O pensamento que vem com o sentimento de não ter , anula a fé.

fonte

19 de mai. de 2013

Como evitar hábitos destrutivos



Fazer mal a si mesmo sem perceber pode ser chamado de: auto-sabotagem, ou procrastinação
(nesse link http://www.exoticlic.com/2010/04/voce-e-vitima-da-procrastinacao.html
explico o que significa se auto-procrastinar.). Enfiim, isso pode acontecer com tanta frequência que a atitude destrutiva acaba virando um hábito sem nos darmos conta disso.

A psicóloga Bel Cesar explica que esse comportamento costuma aparecer quando a pessoa fica com medo de sentir novamente a dor de uma experiência negativa passada.

Existem diversas maneiras de se auto-destruir. Uma delas é quando uma pessoa diz desejar muito uma promoção no emprego por exemplo, mas não atende aos pedidos do chefe ou não cumpre os prazos exigidos pela empresa. O mesmo ocorre com quem está de dieta, aquela dieta que a pessoa leva mais ou menos a sério só que por fim não vê resultados porque volte e meia tá lá, devorando tudo o  qu e vê  e no dia seguinte se atormenta com a culpa por ter comido demais.

Mas por que isso acontece?

As atitudes destrutivas podem ser um jeito de nos punirmos por um erro. Ou seja, por terem errado ou sofrido uma vez, algumas pessoas começam a sentir que não merecem mais realizar os próprios sonhos e objetivos de vida.
Dessa maneira, é possível criar barreiras para que os desejos, planos, metas acabem sempre empacados pelos medos irr acionais antigos.

E como identificar essas ações destruidoras?

Por ser um comportamento repetitivo, é preciso ficar atenta às características mais comuns da auto-sabotagem.

* Desconfiar da própria capacidade de conseguir algo.

* Cultivar sentimentos de evitação a certas ocasiões e medos sem fundamento.

* Se sentir inseguro diante de situações que voce sonhava viver, e agora as oportunidades estão presentes na sua vida.

* Ter dificuldade em cultivar relacionamentos e demonstrar emoções.

* Não acreditar nos elogios que recebe.

* Resistir sobre refletir os próprios erros e tentar aprender, extrair algo positivo deles.

*  Se prender em características como timidez, apatia, raiva, preguiça e orgulho. Que são mecanismos de defesa contra a mudança de atitudes.


Como dar um fim nesse problema?

O 1º passo segundo a psicóloga Bel Cesar, é tomar a decisão de mudar. Pra isso, é preciso se dedicar a reconhecer os próprios erros e ter a intenção de substituí-los por atitudes positivas e diferentes das      que se mantinha,.

* Preste atenção às frases prontas que vêm à sua mente para desencorajar suas decisões. Pensamentos como:
"não vou conseguir"
 "vai dar tudo errado"
 "vou deixar para depois"
 "estou com preguiça agora"
 "não tenho coragem pra fazer isso esse momento" 
Esses pensamentos citados acima são alguns dos que revelam comportamentos destrutivos de que não temos consciência.





Fica a dica!
---> Toda vez que voce reconhecer um pensamento de destrutivo, se distraía por um tempo, assim voce vai refrescae as idéias e talvez depois de uma hora por exemplo suas idéia estejam mais otimista e voce com humor melhor.

Tenha disposição pra assumir as responsabilidades que esses novos comportamentos trarão.

Tenha paciência. A mudança de comportamento não acontece do dia para a noite. É preciso tempo e persistência para substituir os pensamentos velhos por novos até transformá-los em um hábito.

Se permita demonstrar suas emoções e sentimentos e até falar sobre eles. O que sentimos quando não dividimos pode ser prejudicial e expor mesmo que seja parcialmente o que voce sente, pensa é um jeito de exercitar as mudanças de comportamento.


fonte

5 de mar. de 2013

Bocejar esfria o cérebro



O bocejo sempre foi considerado um sinal de cansaço ou sono e não deixa de ser. Mas também tem uma outra causa nisso.

Pesquisadores da Universidade de Princeton nos Estados Unidos descobriram que bocejar não é simplesmente um ato do nosso organismo que automaticamente acontece quando estamos com preguiça ou com sono.
O bocejo em si também pode ser uma resposta do nosso organismo para regular a temperatura cerebral, evitando seu aquecimento. Sendo assim bocejar é uma das maneiras do corpo refrescar o cérebro, trocando calor com o ar fresco que entra no organismo durante o ato.

O estudo constatou que no verão as pessoas bocejam menos do que no inverno, mostrando que a frequência do bocejo varia segundo a sazonalidade, ou seja a temperatura.
Isso, seguindo a ciência explica o por-que as pessoas se tornam mais lentas quando estão submetidas ao calor extremo, já que o cérebro tem meios limitados de se refrescar.

A pesquisa vem para somar conhecimento já obtido e ajudar na compreensão de doenças neuromotoras ou na epilepsia que tem o bocejo como uma das suas características principais.


11 de fev. de 2013

Por-que algumas pessoas tem mais facilidade para alcançar objetivos e outras não?


Quem nunca parou para pensar no títula do post???


 Por-que algumas pessoas tem mais 
facilidade para alcançar objetivos e outras não?


E todos nós temos objetivos de curto, médio, longo prazo.
Por mais simples que seja ou por mais complexo  que seja, temos o costume de espalhar planos, objetivos novas metas...
Muitas pessoas fazem isso inconscientemente (em partes) acreditando que essa é a melhor maneira de fazer um objetivo, sonho, virar realidade.




A lógica disso é simples e a ciência explica:
Quanto maior for o número de pessoas que sabem dos nossos objetivos, nossa mente começa trabalhar na auto-motivação com o intuito de progredir e depois ter o prazer de contar a conquista.
Dividir planos na maiores das vezes, impulsionam à nos esforçarmos mais, nos auto-displicinando com estratégias.
Porque afinal ninguem aprecia lá do fundo do coração ouvir críticas por ter abandonado algo. 



Acaso se algum se encaixar com o que esta lendo neste texto leve em conseideração o seguinte, tudo nessa vida pode ser justificado e projetos também podem ser retomados, então não se martirize!

Tente pensar pelos menos assim:

"eu na verdade me empolguei, mas vi que aquilo não era 
o que realmente queria e desisti. 
Ou... 
eu tentei e não deu certo, problemas surgiram e eu tive 
que abandonar a idéia pelo menos por agora".


Uma pesquisa feita em uma Universidade de Nova York mostra que exatamente o oposto é o que acontece no final. Os professores-psicólogos da faculdade americana descobriram que tagarelar sobre suas metas gera em nós uma falsa sensação de realização, no inicio nos empolgamos porque recebemos incentivos de amigos, da familia, de conhecidos, porém conforme se trilha o caminho, projeto, plano escolhido alguns de nós perdem a motivação quando as expectativas do plano, da idéia inicial lá contada pra todo mundo começa empacar e não sair como esperamos.


Lucy Jo Palladino - Uma psicóloga que participou do estudo admite que dividir um projeto traz mais alegria, e motivação quando dividido com aquelas pessoas que nunca competiram com voce e também com aquelas que voce sabe que uma hora ou outra não irão te jogar um balde de água fria se acaso algo der errado.

Ela, Lucy acredita que espalhar nossos objetivos tem seu lado positivo e negativo.

* O lado negativo é que nos faz ficar mais desesperado pra finalmente dividir nossa conquista com todo mundo. E acabamos por nos esforçar triplamente para chegar lá o mais rápido que formos capaz.
E isso traz muito stress por causa da auto pressão psicológica que coloamos em nós mesmo.

* O lado positivo é que se bem elaborado o objetivo e se soubermos sempre manter a calma, mesmo quando nem tudo esta indo maravilhosamente bem, nós continuamos com a mesma garra inicial.
E quando aparecer problemas saiba com que desabafar!
Isso porque ao dividir planos, metas com uma pessoa que sempre tá com a língua afiada pra dizer: " isso é besteira, sem chance, não vai dar certo." etc...
Não corremos o risco que opinião alheia possa nos desanimar.





As vezes dividimos tantas coisas com tantas pessoas e isso traz um massacre de opiniões 
(isso é bom, isso ruim, faça, não faça, perca de tempo...)  tais opiniões tão diversificadas podem nos atrapalhar e muito.




5 de fev. de 2013

A vida caótica de pessoas impulsivas ou anciosas



A impulsividade por si só anda ao lado da ansiedade, agir sobre o episódio de uma delas pode ser desastroso na maioria das vezes, isso porque a tendência de uma pessoa iniciar e prosseguir com algo com esses 2 itens ou um deles é seguir a emoção trazida por tal momento onde não pensamos nas consequências.

Ir por impulso, fazer por impulso por menor que seja a situação quem esta vivendo, passando por ela, adquire sem consciencia uma reação máxima, vinda do ponto de vista emocional como algo insuportável.




É como se fosse literalmente reação de luta ou fuga, onde pensamos preciso fazer, começar isso logo, acabar com isso logo, preciso mudar por tais fatos etc... sem usar o raciocinio lógico.
A razão se perde, esvanece num momento que agimos por impulsão ou/e ansiedade, não achamos a própria paz nos pensamentos pra pensar antes de agir.

Uma das consequencias direta da impulsividade e ansiedade é a vivencia constante da culpa, por ter agido as vezes de uma forma que envergonha à si mesmo, ou porque acabou magoando alguém que gosta e por aí vai...

Seja a pessoa impulsiva ou anciosa é aquele tipo descrito pela psicologia que não tolera mais em hipótese alguma a frustração. Por certamente já ter passado momentos dificieis e neste ponto nosso psicológico já exausto de certas coisas arruma como vávula de escape reações momentaneas de impulsividade e ansiedade.
 
Mas existe sim uma distinção entre a ansiedade e impulsividade.
A ansiedade é um estado interno de inquietude que necessariamente não ocorre uma descarga agressiva do que se vêm acumulando internamente.





Já na impulsividade um momento onde nem tudo foi como planejado, leva a pessoa tomar uma atitude exagerada ou de medidas sem cabimento algum. A impulsividade como todos sabem é companheira absoluta do consumismo na nossa sociedade.
Por exemplo:
Sabe aqueles dias onde não sabemos o que fazer, bate uma tristeza, uma sensação de vazio???
Pronto! Lá foi o impulsivo gastar, fazer compras.




Acredita-se que tanto o ancioso quando o impulsivo no fundo carregam um total sentimento de insegurança em várias situações da mais simples a mais complexa, como emprego, carreira, relacionamentos, mudanças no visual etc...

O sofrimento de alguem impulsivo, ancioso é constante na maioria das vezes por causa do orgulho, que as vezes nem quem sofre reconhece ele, não reconhece devido sua atitude mental impulsiva ou anciosa. A pessoa crê que por mais doida tenha sido sua atitude, frustrações passadas podem justificar aquele errinho aqui, aquele outro errinho lá.

A pessoa que sofre das duas emoções ou de uma delas até gostaria de poder refazer, recomeçar, mas simplesmente se mantém impossibilitado de dar o primeiro passo, primeiramente porque não se pode voltar no tempo, em segundo lugar a paralisia depois de atitudes sem noção conduz o impulsivo ou ancioso a se retrair porque de certa forma sabe que reagiu de uma forma drástica e desecessária e tal fator pode fazer com que a vítima mude seu jeito de ser com nós. Então o impulsivo e o ancioso ficam lá esperando do outro algo que exemplifique, justifique suas ações feitas por momentos não pensados, sem reflexão alguma.




Na real o impulsivo e o ancioso só pensam depois do que fizeram nunca antes!

E ambas caracteristicas de personalidade no fundo são a insegurança, a insegurança que não dê certo, a inseguança que o arrependimento venha mais tarde, a insegurança do tipo "se eu fizer isso vai levar tanto tempo pra arrumar de novo, vai levar tanto tempo pra recuperar".




A falta de equilibrio emocional nas pessoas que sofrem com impulsividade ou ansiedade a medicina explica!
=)


A ansiedade é o excesso de norodrenalina um neurotranmissor e precursor da adrenalina que é produzida na glândula supra renal que quando liberado em excesso pra corrente sanguínea nesse ponto as células com estrutura química das células catecolaminas presentes no sangue, agem primeiramente no sistema nervoso simpático nos deixando agitados, nada parece estar bom, uma hiperatividade surge, depois os batimentos cardíacos aceleram,  e isso causa uma vaso-constrição é quando as veias ficam mais estreitas e em consequência disso os músculos do nosso corpo se contraem.

Já uma Pesquisa sobre  impulsividade, publicada na revista "Biological Psychiatry" descobriu que pessoas com alta impulsividade, podem ter níveis mais baixos de GABA, que atua sobre as partes do cérebro que regulam o auto-controle. O GABA é um aminoácido que é classificado como um neurotransmissor, nos induz a relaxar a dormir melhor e também contribui pro controle motor do nosso corpo. Ele qquilibra o cérebro inibindo excesso de estimulos. Assim como a impulsividade a ansiedade em partes também é regulada pelo GABA.



Livros sobre ansiedade e impulsividade voce encontra aqui no Shopping Uol




P.S: Escrevi esse post enquanto estou lendo um livro que minha amiga me emprestou, ela também tem um blog  e os assuntos abordados são mais do genero auto-ajuda e textos que lemos e nos fazem refletir.
deixo aqui o link pra voces conferirem http://pontobb.blogspot.com.br

 

O livro foi escrito pelo psiquiatra Robert Priest e se chama "Como combater a ansiedade e depressão" .


3 de jan. de 2013

Um dos poemas considerados mais lindos teve origem em um amor a distância




Esse poema foi escrito pela Britânica Elizabeth Barrett Browning (foto acima) nascida em 6 de Março de 1806 e falecida em 29 de Junho de 1861.

Quando começou ganhar notoriedade por seu trabalho em 1830, Elizabeth e seus irmãos mais novos foram mandados pra Jamaica no intuito de ajudar o pai deles com propriedades da família.
Durante um ano ela teve que passar o tempo em alto mar acompanhada por seu irmão Edward.
Ele desastradamente caiu e morreu afogado nas águas de Torquay e ela Elizabeth voltou para casa emocionalmente destruída.

De volta na sua verdadeira casa na Inglaterra, optou pela isolação, onde passou 5 anos em seu quarto, escrevendo seus poemas.
Em 1844 decidiu lançar uma coleção intitulada: "Simplesmente Poemas".






Esse livro chamou a atenção do poeta Robert Browning (foto acima), cujo Elizabeth tinha elogiado ele em um de seus poemas.
Quando ele teve o livro em mãos e viu isso decidiu escrever uma carta para ela.

Depois da primeira carta que Robert escreveu não parou mais!

Elizabeth e Robert mantiveram um relacionamento há distancia por cerca de 2 anos. Eles só se comunicavam por cartas que no tal foram 574.

O pai de Elizabeth era contra o romance, mas aí o amor e a loucura falaram mais alto e em 1846 o casal fugiu pra Florença na Itália.
Eles tiveram um filho chamado Robert Browning Wideman. Seu pai nunca falou com ela novamente.


Não é nenhum deles nessa foto, imagem meramente decorativa!


Nome original da poesia é "How do i love thee?" 

No final do post tem um video do poema narrado em inglês.

Como eu amo voce?

Como eu amo voce?
Deixe-me contar as maneiras.
Eu te amo até a profundidade, largura e altura.
Minha alma pode alcançar
Quando estou te sentindo longe de vista
Para os fins do ser e da graça ideal
Eu te amo ao nível de todos os dias
Da necessidade mais tranquila
E atravez do sol e pela luz de velas.
Eu te amo livremente
Assim como os homens lutam pela justiça
Eu te amo puramente
Assim como eles retornam do louvor
Amo voce com a paixão colocada em uso
Nas minhas velhas mágoas e com a fé da minha infância.
Amo voce com um amor que me parecia perdido
Com meus Santos perdidos
Eu te amo com a respiração, sorrisos, lágrimas, de toda a minha vida!
E se Deus quiser eu devo, mas te amar melhor depois da morte.




Escrito em segredo antes do seu casamento, o poema acima é considerado o melhor trabalho da poetisa e só foi publicado em 1845. Os críticos e admiradores já compararam ela com Shakespeare.



27 de dez. de 2012

O perfeccionismo e o sofrimento psicológico andam juntos



Preocupações excessivas como cometer erros, dúvidas perniciosas sobre si mesmo em um ou varios sentidos, ser auto-crítico, criar metas onde voce mesmo sabe que momentaneamente nem em um futuro bem próximo poderão ser conquistadas, tentar fazer algo que outras pessoas querem e acham bom para voce - porém isso vai completamente a sua forma de ser, agir, pensar e ainda assim tenta agradar... apontam uma forte tendência e já crônica de má-adaptação consigo mesmo, que traz sofrimento psicológico, angústias, irritabilidade, sensação de impotência, ansiedade, e depressão.


Kenneth Rice, Clarissa Richardson, e Dustin Clark, professores de psicologia da Universidade da Flórida, decidiram estudar a relação entre:
* perfeccionismo, procrastinação e sofrimento psíquico.


Eles exploraram um número diferente de pessoas com difentes potenciais e diferentes pontos negativos.

De primeira os caras já descobriram que buscar a perfeição é uma utopia.
O perfeccionismo leva a mais procrastinação e aumenta a angústia psicológica. Isso pelo fato simples: nunca, ninguem nesse mundo irá agradar todos.
Vamos nos deparar com pessoas simpáticas, espontaneas, gentis e nos achar perfeitos, daqui a pouco encontramos com alguém que já é mais quieto do tipo "poucas palavras" pronto começamos a acreditar que não somos perfeitos.

O problema pode ser resolvido mas exige esforço e fé. A PNL - Programação neuro linguistica, (tecnica de repetir várias vezes uma coisa pra si mesmo varias vezes ao dia.)

Quem é adepto da PNL geralmente faz isso em estado alfa. Estado alfa é aquela hora que estamos relaxados indo dormir e como se fosse uma simples oração, mantra, até cairmos no sono, pouco a pouco o efeito da repetição em nosso cérebro é como se formatasse um pedacinho dele, até essa sua nova crença, algo que voce queira mudar em si mesmo penetre no seu subconsciente e te faça pouco pouco ser daquela maneira que com o tempo se transforma numa atitude insconciente.


O psicólogo americano Kenneth Rice ressalta que:
* uma pessoa com características de má adaptação própria, perfeccionistas, sempre buscam e querem evitar um certo tipo de avaliação das pessoas que fazem parte de sua vida.
O perfeccionista na verdade nunca é perfeito porque a perfeição não existe, mas por acreditar nesse mito "ser perfeito" vive as vezes com um sorrisão no rosto mas por dentro tende a ser uma pessoa insatisfeita.

Quem busca demais a perfeição segundo Kenneth Rice pode ter mais chances de adiar, evitar coisas para fugir de uma nova insatisfação pessoal trazida pela vergonha, embaraço de fracassar, as vezes por não ter conseguido ir tão longe quanto queria... se almejava.

Então quando um perfeccionista falha começa a procrastinação que é o adiamento de uma ação, sensação de culpa, perda de produtividade e vergonha em relação aos outros de como as pessoas podem julgar os fatos. E por esse caminho, se durar muitos anos um perfeccionista chega ao sofrimento psicológico, que tende levar a depressão.


Porém não é todo perfeccionista que posteriormente vai cair nessa armadilha. Muitos deles sabem lidar com o medo de não viver as expectativas tão esperadas, por terem noção que uma expectativa em si envolve vários fatores como:
* outras pessoas, lugar inadequando, falta de condição financeira, falta de oportunidade etc...
Ou seja um perfeccionista com uma mente mais equilibrada consegue mesmo que as vezes frustrado com algumas situações à se adaptar em novas realidades.


Pra escapar de um desastre psicológico a melhor coisa é botar os pés no chão, avaliar a vida de uma forma positiva (mesmo que nem esteja tão bem atualmente) e leva consigo a frase:
 "Eu era feliz e não sabia".

Talvez muitos de nós estamos tão cegos por cobranças alheias que se tornam auto-cobranças, excesso de trabalho, ou conciliar trabalho com estudos, estar solteiro(a) e reclamando etc...
Que pouco a pouco sem perceber lá esta eu, ou voce querendo ser perfeito e dizendo:
 "anos atraz eu era feliz e não sabia".
Mas pense bem talvez hoje em dia podemos estar felizes com o que temos, já conquistamos, já superamos e não temos percebido, valorizado.



Deixo aqui algumas frases de famosos sobre perfeição e imperfeição.

 

"Quem é voce para julgar a vida que eu vivo?
Eu sei que não sou perfeito e eu não vivo para ser!
Mas antes de começar a apontar os dedos certifique-se que suas mãos estão limpas! "
- Bob Marley


"Não tenha medo da perfeição, você nunca vai alcançá-la."
- Salvador Dalí


"Quando todos os detalhes se encaixam perfeitamente, algo provavelmente está errado com a história."
- Charles Baxter, escritor


"As pessoas são boas ou meio boas ou um quarto boas e isso muda o tempo todo, mas mesmo no melhor dia ninguém é perfeito."
- Colum McCann, escritor


"Lembre-se que o medo sempre se esconde por trás perfeccionismo. Confrontando seus medos e permitindo-se o direito de ser humano pode e errar, paradoxalmente voce se tona uma pessoa mais feliz e produtiva."
- David M. Burns


"Pare de esperar pelo dia ou pelo momento perfeito. Pegue o dia de hoje e aproveite isso vai levar você à perfeição."
- Steve Maraboli


"Não vá se gabar e tentar ser perfeito, são as imperfeições são que nos tornam atraentes"
- Sandra Chami Kassis

1 de out. de 2012

A forma como voce vê os outros pode revelar muito sobre voce


É melhor começar pensar 2 vezes antes de falar o que voce acha dos outros, porque suas palavras podem revelar muito sobre sua própria personalidade, até mesmo características nas quais voce pode nem estar plenamente ciente de que possui.

Essa é a conclusão de um estudo feito por 3 psicólogos americanos, Dustin Wood professor de psicologia da Universidade Wake Forest na Carolina do Norte, Peter Harms professor na Universidade de Nebrasca e a psicóloga Simine Vazire da Universidade de Washington.

Eles afirmam que a maneira como nós vemos os outros reflete muito sobre quem na verdade somos ou podemos ser ou ter apenas traços da maneira de quando julgamos alguem isso incluí tanto as boas quanto más características.
 

Segundo psicólogos, ver os outros positivamente revela os próprios traços positivos da mesma forma quando voce ali supostamente identifica o lado ruim de alguem.

Palavras tem peso e elas tanto podem estar corretas quando conhecemos bem alguem porém geralmente é dificil conhecer alguem por completo aí da maneira como julgamos alguem é que podemos estar expondo traços de nossa própria personalidade.








Pra realizar tal estudo publicado no "Journal of Personality and Social Psychology"
(Diário da personalidade e psicologia social) universitários foram convidados a falar sobre as características positivas e negativas de outros estudantes com os quais estavam familiarizados.
O resultado demonstrou que a tendência de uma pessoa de descrever outras de forma positiva é um indicador forte que mostra que quem julga positivamente tende ser mais entusiasmado com a vida, uma pessoa mais alegre, e emocionalmente estável.




 Os psicólogos chegaram ao concenso que quando não estamos reclamando das prováveis má qualidades de fulano e ciclano é que na verdade estamos bem com nós mesmo, estamos de certa forma satisfeitos com nossas próprias vidas. Já sobre as percepções negativas que temos sobre outras pessoas estão ligadas a níveis mais elevados de descontentamento com si próprio, narcisismo na maioria das vezes não assumido e relapsos de isolamento social.


A simples tendência de ver pessoas negativamente indica uma probabilidade maior de depressão e outros transtornos de personalidade.




A dualidade fica onde ser excessivamente negativo ao descrever alguém ou algo o excesso de crítica pode ser uma pista de que a pessoa ao qual retratamos não nos faz mais bem,
(isso em caso de relacionamentos e também profissionais) porém quando demasiadamente criticamos tudo os psicólogos apontam que estamos infelizes e neuróticos.

 
Segundo os autores do estudo, os resultados mostram que o que uma pessoa vê no outro é mais do que simplesmente a projeção da sua própria imagem. Salva-se as excessões quando conhecemos alguém profundamente em todos os aspectos.


fonte

15 de set. de 2012

Motivação pode significar algo além do que voce imagina



Ano passado fiz uns cursos a distancia oferecidos pelo Instuto Getúlio Vargas, a cada etapa finalizada do curso podemos ouvir uma musica, ler uma mensagem de reflexão etc...

Uma que li enquanto fazia o curso foi sobre motivação, e o que supostamente ela é.

Compartilho aqui os itens que li, o que no fundo fazem muito sentido!

Afinal o ser humano por si só se auto-motiva ou desmotiva, situações externas podem nos abalar profundamente.

Apoio, conselhos em fases ruins sempre são bem vindos!
No fim das contas....

Quem de nós nunca pediu um conselho?
Quem de nós já se sentiu mais seguro tendo alguem ao lado lhe impulsionando?


Mas é bem aí que nos deparamos com um dilema.
Palavras de outras pessoas que podem nos motivar versus o lado oposto disso, um tipo de teimosia existente em cada um de nós.


1)Motivação digamos é algo inesgotável, um processo que se configura, se amplia a cada momento no fluxo da nossa vida.


2) Motivação é uma força, uma energia que nos impulsiona na direção de alguma coisa, é um motivo para a ação.


3) A motivação nos é absolutamente intrínseca, ou seja ela está dentro de nós, nasce de nossas necessidades interiores e algumas outras necessidades desenvolvidas ao longo de siatuações que temos que enfrentar sejam elas boas ou ruins.


4) A motivação é contínua, porque sempre teremos a nossa frente.
E ela vem de nós por exemplo há uma situação em nossa vida complicada algo precisa ser feito diante de tal fato ocorrendo pode ser bom ou ruim de ambas as maneiras sendo bom ou ruim... uma energia ganha uma carga positiva imensa a partir daí raciocinamos o que nos motivou um dia e atualmente esta esquecido, procuramos novas motivações baseados no nosso querer interior, a motivação nunca é criada por alguém de fora/externo.
Porque nossas virtudes, paixões, valores, objetivos nós criamos, os amigos, a familia, namorado(a), marido ou esposa podem ampliar nossa motivação e também nos conceder novas idéias.


5) Por ser intrínseca, não é coerente dizermos que motivamos os outros a isto ou àquilo. Ninguém motiva ninguém. Nós é que nos motivamos ou não. Tudo o que os de fora podem fazer é estimular, incentivar, provocar nossa motivação.

1 de set. de 2012

Psicólogos afirmam que podemos identificar a personalidade de alguem, de acordo com os sapatos usados






Pesquisadores da Universidade de Kansas descobriram que é possivel advinhar corretamente a idade de um estranho, gosto musical, média de renda mensal, caracteristicas emocionais e outros traços de personalidade importantes apenas olhando para os sapatos de uma pessoa.

Tal estudo foi publicado online na edição 2012 de Agosto do Journal of Research in Personality.


A pesquisa envolveu 63 estudantes de psicologia que tinham como tarefa analisar 208 fotografias de sapatos que pertenciam aos voluntários de tal estudo.
Cada um dos voluntários preencheu um questionário sobre sua personalidade e forneceu fotos dos seus sapatos mais usados e preferidos.

Por fim o líder da pesquisa Omri Gillath descobriu que através desta análise levando em consideração o estilo, o custo, a cor e a condição do sapato, os estudantes de psicologia acertaram 90% das características pessoais do proprietário.

16 de jul. de 2012

10 tipos de líbido qual é a sua?

A psicóloga australiana Sandra Pertot é a autora de um livro chamado "Os Dez Tipos de Libido"

O objetivo do livro segundo ela é oferecer pras pessoas ferramentas que possam ajudar no autoconhecimento sexual de si mesmo.

Ela ainda explica que não existe uma única forma de lidar com o desejo, é possível que uma pessoa apresente apenas um ou dois tipos de líbido combinados.


Confira na integra a opinião da psicóloga sobre os 10 tipos de libido existentes.


 

1 - Libido Sensual
O sexo para esse tipo é uma forma de expressar o vínculo emocional com o parceiro. O foco não está no que se faz na cama, no tipo de fantasia ou na intensidade, mas no nível de intimidade e cumplicidade do casal. Para essa pessoa, o ato sexual não acontece satisfatoriamente se for baseado apenas no desejo físico. O que importa aqui é o olho no olho e o carinho.


2 - Libido Erótica
Para este tipo, o sexo é a parte mais importante do relacionamento a dois, a melhor forma de demonstrar amor. As relações sexuais têm que ser em alta voltagem e cheias de intensidade. As carícias mais ousadas são apreciadas. Relações mornas e com pouco erotismo são desestimulantes para quem tem a libido erótica.


3 - Libido Dependente
O sexo nesse caso é usado para aliviar as tensões da vida cotidiana, proporcionando uma sensação de calma e bem-estar. A falta dele provoca um efeito proporcionalmente contrário, como irritação e inquietação na relação a dois. Esse tipo costuma interpretar a recusa de sexo como falta de amor.


4 - Libido Reativa
O comportamento deste tipo é caracterizado muito mais pela sensação de dar prazer do que sentir. Para se excitar, essa pessoa precisa ver o outro excitado. Mais que isso, a satisfação do(a) parceiro(a) é capaz de gerar uma sensação de poder e alimentar o sentimento de competência sexual. A relação esfria quando o(a) parceiro (a) não emite sinais claros de que o sexo está sendo prazeroso.


5 - Libido "Por Direito"
Independente do desejo do(a) parceiro (a), esse tipo acredita que estar num relacionamento lhe dá garantias de ter sexo a qualquer hora. Para essa pessoa, não importa que a vida sexual não seja muito variada ou criativa, o importante é que a sua iniciativa de ir para cama não seja recusada


6 - Libido Viciosa
Pessoas com a libido viciosa têm dificuldade em resistir aos apelos sexuais externos, mesmo quando estão em relacionamentos estáveis. Com um comportamento similar aos viciados em drogas, esses indivíduos são controlados por seus impulsos e necessidades


7 - Libido Estressada
O sexo aqui é motivo de tensão e estresse. Os indivíduos frequentemente convivem com a sensação de que estão sendo incompetentes no relacionamento sexual com o(a) parceiro(a). Muitos evitam as situações sexuais por causa do medo de falhar ou “não dar conta do recado”.



8 - Libido Desinteressada
O pouco interesse sexual é o que caracteriza este tipo. Essa condição pode ser um traço natural da pessoa ou disparada por consequência de fatos de sua vida. O sexo não é visto como algo fundamental para o relacionamento a dois. No entanto, esses indivíduos são capazes de atender aos apelos sexuais dos parceiros como obrigação para manter a relação.


9 - Libido Desconectada
Essas pessoas até sentem desejo, mas estão preocupadas demais com os outros aspectos da vida, como trabalho e filhos, para procurar o(a) parceiro (a) para o sexo. Costumam optar pela masturbação como forma mais prática de obter alívio sexual, evitando o “trabalhão” que uma noite de sexo pode dar. Para as mulheres, fingir prazer para acabar logo com o “problema” é frequente, mas vez ou outra curtem a transa plenamente.


10 - Libido Compulsiva
O indivíduo costuma ser muito dependente de algum ritual sexual específico, manifestado de duas formas: a primeira com o desejo relacionado a objetos como sapatos ou roupa de couro, por exemplo, e a segunda identificada com situações como observar pessoas na intimidade ou exibir os genitais em público. Quando esses ritos não podem ser realizados, essas pessoas costumam ter o apetite sexual esvaziado.



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6 de jul. de 2012

Livro: "O Poder dos Quietos" um novo ponto de vista sobre pessoas extrovertidas VS introvertidas

                                                                         Foto: Susan Cain


Revista Abril:    Pergunta: Por que acredita que o silêncio se tornou tão raro nos dias de hoje?

Susan Cain:
Estamos vivendo em um mundo que é tão expansivo, extrovertido, tão desprovido de tempo de inatividade, tão focado no estar sempre "ligado", que perdemos de vista o nosso lado introvertido. A tendência das mensagens SMS e das mensagens instantâneas via redes sociais e messenger são uma maneira de se conectar, mas ao mesmo tempo manter nossa voz e rosto em silêncio as pessoas buscam se matém nisso cada vez mais. Apenas os nossos dedos tem o trabalho de falar, mas em silêncio.


Revista Abril:    Pergunta: Voce tem pesquisado o comportamento dos introvertidos. Como eles podem nos ensinar a viver melhor neste mundo barulhento?

Susan Cain: Eles tem características que estão sendo cada vez mais apreciadas. Muitas das pessoas mais criativas da história eram introvertidas. O silêncio é um ingrediente crucial da criatividade. A persistência também exige reflexão e calma. Introvertidos não desistem facilmente. Albert Einstein, um introvertido notório, disse: "não é que eu seja muito inteligente, é que eu fico pensando nos problemas por muito tempo". Pessoas com esse perfil tendem a agir de forma tranquila, avaliando as circunstâncias e pesando os riscos.


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A escritora Susan Cain ressalta em seu livro outro ponto de vista que é que o ambiente corporativo favorece pessoas extrovertidas e naturalmente, complica a vida dos introvertidos. Para ela, nós estamos vivendo em um mundo que é tão expansivo, extrovertido e conectado que perdemos aos poucos o nosso lado introvertido e mais silencioso.

Susan disse: "Corremos de reuniões a reuniões, prazos a prazos, sem momentos para refletir ou ficar sozinhos, em silêncio. A crescente busca pela ioga, meditação e terapias alternativas, tem sido uma prova de como esse barulho todo tem afetado a vida das pessoas."

Susan passou 6 anos fazendo pesquisas para escrever o livro "O poder dos Quietos" e conclui que... o silêncio e a introspecção são ingredientes fundamentais para que qualquer pessoa use a criatividade, a persistência e a moderação antes de assumir riscos.

No livro ela dá sua opinião, sendo a seguinte:
"A criatividade depende da reflexão e da quietude pra se desenvolver. Da mesma forma, o barulho dissipa a persistência, o que faz as pessoas desistirem mais facilmente de pensar em soluções melhores para resolver algumas questões de forma mais inusitada e acima de tudo, assertiva".



                                           Profissionalmente ela deixa sua dica.

"Se vivemos num mundo que potencializa a extroversão, é preciso mudar o jeito de lidar com os introvertidos. Numa reunião, por exemplo... profissionais mais recatados podem não se sentir à vontade para dar opiniões na hora, algo que é esperado mais ou menos de todo mundo. Talvez seja melhor dar um tempo após a reunião para que os participantes mais introspectivos se manifestem. Assim, boas idéias seriam mais bem aproveitadas."


A escritora Susan Cain, autora de O Poder dos Quietos este ano virá para o Brasil e em workshops explicará como a introspecção pode melhorar a nossa produtividade.


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