18 de mar de 2012

Sabia que a felicidade e o otimismo tem um lado prejudicial?



Ser feliz é uma das maiores preocupações.
Pessoas recorrem a livros de auto-ajuda, terapias e palestras de motivação.
Obviamente há fortes evidências sobre os benefícios de ter mais emoções positivas e menos emoções negativas pra se sentir melhor.


No entanto, essa história também tem dois lados.
É o que indicam estudos recentes. Feitos por psicólogos na Universidade de Yale nos EUA. Os estudam concluem que níveis moderados de emoções positivas favorecem a criatividade, mas níveis altos não.


Crianças altamente alegres estão associadas a hiperatividade e com o maior risco de mortalidade na idade adulta por seu envolvimento em comportamentos arriscados. Isso porque uma pessoa muito feliz ignora e não se preocupa em discernir ameaças iminentes.


A pesquisa com 20 mil participantes saudáveis de 16 países. Mostrou que os maiores níveis de bem-estar estavam naqueles que tinham uma relação moderada entre emoções positivas e negativas em sua vida diária. A pesquisa também obteve o resultado que níveis extremos de sentimentos positivos estão ligados a depressão e ansiedade.

Isso porque um otimista extremo ignora fatos não tão bons que possam acontencer, vivem no seu mundo ali feliz aggarrado em esperanças que tudo dá sempre certo!
Porém otimismo não é tudo, qualquer otimista necessita ter os pés no chão e ser ciente que nem tudo irá funcionar como tal pessoa quer, otimismo, atitude são uma ótima combinação porém pra evitar decepções
é bom nunca se manter 100% convicto, porque no final das contas o mundo é grande e ele não gira em torne de uma unica pessoa, a sociedade hoje em termos profisionais é uma disputa, quem tem o melhor cargo, em que lugar voce estudou e por aí vai.

A felicidade não é uma só.
Ela vem em diferentes sabores.
Varia, por exemplo, segundo a dimensão do estímulo...
(excitação x calma)

Certos tipos de felicidade são muito autofocados e, por isso, acabam sendo mal-adaptados. Um mero exemplo é o caso do orgulho, geralmente ligado às conquistas e ao status social.
O orgulho pode ser bom em certos contextos, mas também tem sido associado à arrogância, agressividade e ao risco de desenvolver transtornos de humor.

A própria busca por ser feliz também pode ser prejudicial.
Quanto mais as pessoas procuram a felicidade, menos parecem capazes de obtê-la.
A razão é simples: elas concentram tanta energia e expectativa nesse esforço que os eventos felizes, como festas, encontros, reunião com amigos, acabam mais tarde depois de perdas naquele auto julgamento
 " Eu era feliz e não sabia".

Em adultos jovens e saudáveis, essa busca incessante pela felicidade tem sido ligada ao maior risco de mania e depressão.

É impossível ser feliz o tempo todo ou em todo lugar. Não vale a pena nem tentar. Pense na situação em que você deseja ou no que é mais relevante pra voce ser feliz. E não se esqueça: não desmereça os sentimentos negativos. A tristeza momentanea, por exemplo, é parte da experiência humana e não necessariamente ruim. Ela até nos ajuda a refletir mais.


Fonte

2 comentários:

Flavio Ferrari disse...

Você sempre encontra umas coisas curiosas para postar ;-). "Fundamental é mesmo, amor, é impossível ser feliz sozinho." (Tom Jobin)

Anônimo disse...

Kkkkkkkkkk nada a ver mano...

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