21 de out de 2013

Melatonina, a falta do hormônio do sono e suas consequências





O organismo segue um relógio biológico e percebe o dia e a noite por meio de um hormônio, a melatonina.

A informação de claro ou escuro entra pela retina e vai pra uma região do cérebro chamada hipotálamo, que controla a ansiedade, o humor, e também partes dos sistemas: cardíaco e respiratório.

Essa informação é processada no relógio biológico e levada até a glândula pineal, que produz a melatonina e libera ela na circulação sanguínea.  Mas esse hormônio só é liberado no escuro, ao anoitecer.






O conhecimento destas funções permitiu que os cientistas pudessem avançar nas pesquisas. Em determinadas doenças.

A falta de melatonina no organismo faz com que a pessoa perca o controle sobre temporal. A imunidade fica em baixa e devido à isso a tende a pessoa fica mais propícia a doenças.


De acordo com a especialista a bioquímica e professora Regina Markus do Laboratório de Cronofarmacologia da USP, essa queda da produção de melatonina é percebida facilmente.

Ela explica: "Quando uma pessoa está ficando doente, ela começa a ter outro comportamento, não consegue dormir à noite, ou dorme mal, tem sono durante o dia, ou cansaço extremo, perca do apetite, o organismo perde a noção do funcionamento do relógio biológico".


Outro exemplo foram pesquisas realizadas onde foi descoberto que pessoas que sofrem do mal de Alzheimer não produzem mais melatonina.

No organismo, somente a glândula pineal sintetiza a melatonina.

Uma empresa alemã desenvolveu um leite especial, retirado das vacas durante a noite, quando a melatonina está circulando no corpo. Os chamados Nacht-Milchkristalle, ou "cristais de leite noturno", possuem uma concentração maior do hormônio. Segundo a empresa, além de ajudar no sono, o produto seria uma forma de repor a melatonina.





Atualmente estão em andamento pesquisas que tentam comprovar se alimentos como o tomate rico em melatonina, pode servir como uma nutriterapia.

A falta de melatonia com o tempo além de afetar a imunidade, deixa a pessoa mais propensa a problemas cardíacos, circulatórios, derrame cerebral, outros transtornos neurológicos, psicológicos, problemas endócrinos, Alzheimer, mal de Parkinson entre outras.

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