15 de ago de 2011

Auto-Bullying, voce anda fazendo isso com você mesmo?

Na prática psiquiátrica muitos especialistas tem constatado uma forma outra forma de bullying  nada reconhecida até hoje ou até poderia ser classificado como um tipo de masoquismo emocional psicologico.
Porem indo ao contrario do masoquismo o auto-bullying é apenas concentrado no interior da pessoa sem ocorrer agressões físicas.

O auto- bullying é no qual os agressores estão dentro de cada um de nós. Na maioria das vezes, corresponde a mecanismos inconscientes extremamente prejudiciais, e eles são permanentes e limitantes. Porém podem ser superados entendendo melhor a si mesmo, com psicoterapia ou até mesmo conversar sobre o problema com amigos e familiares.
Após identificar o que voce guarda dentro de voce e lhe causa sofrimento a pessoa certamente deu um grande passo na nova que caminhada que será  superá-los! E só assim, ter uma vida emocional equilibrada e saudável, sem empecilhos para a livre manifestação do nosso "eu interior".

Esta forma psicológica de autoagressão é ocasionada por diversos inimigos internos, difíceis de serem constatados. Tais
Mecanismos internos podem ser os medos, manias compulsivas, se sentir culpado, conflitos inconscientes, auto-estima baixa, auto negligencia, sentimentos de não merecimento do tipo daquele que voce acredita não ser bom pra nada, mesmo que estude, trabalhe ainda se sente imcompleto e nem sabe dizer o por-quê disso, tais items citados podem funcionar como verdadeiros agressores internos que limitam em geral a vida das pessoas podendo causar depressão, ansiedade transtorno do panico etc...

O autoconhecimento profundo e a psicoterapia são antídotos importantes contra o auto- bullying e suas consequências. O importante é conseguirmos detectar o quanto antes comportamentos repetitivos em nossas vidas, que podem fugir ao nosso controle e nos prejudicar profundamente.



Artigo escrito peloo psiquiatra Luiz Sergio Torres Sobrinho, publicado no jornal Zero Hora.

2 comentários:

Sissym disse...

Olá! Quanto tempo!

Que texto interessante, não havia pensado nisso. Eu até me lembrei da filha de uma amiga que passou um tempo chorando tanto, ninguem entendia o que estava de errado. Ela parecia zangada com ela mesma.

Beijos

Anônimo disse...

É horrível passar por isso, horrível mesmo!

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